WORKSHOP – MIGRATION AND URBAN SPACE IN EMERGING COUNTRIES I

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WORKSHOP – MIGRATION AND URBAN SPACE IN EMERGING COUNTRIES I

7th May 2013 – 14.30 – 18.00h

IGOT-University of Lisbon; IGOT Building; Room 1, Lisbon

Chair: Prof. Jorge Malheiros

Session 1 (14.30-15.30)

• O quadro normativo das migrações no Mercosul e na UE: impactos nos principais destinos urbanos (João Carlos Jarochisnki Silva – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo)

• Strategies and Routes in Brazilian migration to Portugal and The Netherlands: the differential roles of social networks (Sónia Pereira – IGOT-University of Lisbon and Masja van Meeteren, Erasmus University-Rotterdam)

Session 2 (15.30-16.30)

• Migration, Social-Fragmentation, and the Building of Social Cohesion through Community Festivals: the Case of St. Patrick Catholic Church’s ‘Festival of All Nations’ in Rosettenville, Johannesburg (Peter Kakonde – University of the Witwatersrand, Johannesburg)

• Alterización y desigualdad en Buenos Aires: identificaciones y fronteras en la inserción urbana de los hijos de inmigrantes bolivianos y paraguayos (Natália Gavazzo – Instituto de Estúdios Sociales de la Universidad Nacional de San Martin, Buenos Aires (IDAES-UNSAM)

Break – 16.45-17.00

Session 3 (16.45-17.45)

• Procesos de proletarización étnica: los migrantes paraguayos en la industria de la construcción de Buenos Aires (Álvaro del Águila – Instituto de Estúdios Sociales de la Universidad Nacional de San Martin, Buenos Aires (IDAES-UNSAM)

• Passing Time – Geographies and Temporalities of Migrant Men in Johannesburg, South Africa (Alex Wafer – University of the Witwatersrand, Johannesburg)

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International research conference: planning / conflict – cities and citizenship in times of crisis

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International research conference: planning / conflict – cities and citizenship in times of crisis
Lisbon, October 9-11, 2013

The second international research conference of the AESOP Planning/Conflict thematic group is hosted by the Instituto de Ciências Sociais – Universidade de Lisboa (ICS-UL) in partnership with the Centro de Investigação e Estudos de Sociologia – Instituto Universitário de Lisboa (CIES-IUL) and sponsored by the Association of European Schools of Planning (AESOP).

This conference aims at bringing together different perspectives on conflicts around urban planned developments, with a focus on the role planning practices may play both in defining/framing and in possibly solving/reframing conflicts. This event builds on the experience of the conference “planning/conflict – critical perspectives on contentious urban developments” held at TU Berlin in October 2011.

The conference invites contributions focusing on (although not necessarily limited to):

* the changing features of urban development policies and their impacts on local societies and communities;
* the changing nature of urban planning practices and their influence on public opinion formation, including forms of protest and social mobilization in opposition to planned developments;
* the effectiveness and legitimacy of established planning practices in responding to protest and social mobilization and in dealing with possibly resulting conflicts;
* the transformative potential that may be entailed in reflexively addressing protest and social mobilization and in dealing with conflicts;
* the potential integrative and innovative contribution of political agonism and social conflict to the democratization of urban policy and planning.

Abstracts (in English, max 500 words) and a brief biographic note of the author(s) (English, max 200 words) should be sent to: planningconflict@ics.ul.pt

Key Dates
June 15th – Deadline for the submission of abstracts.
June 30th – Notification of acceptance
September 1st – Deadline for the submission of full papers.

For more information visit: http://www.planningconflict.ics.ul.pt/

Contact the organizers at: planningconflict@ics.ul.pt

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Direito à Habitação

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O Habita – Colectivo pelo Direito à Habitação e à Cidade vem por este meio convidar-vos a participar nas diferentes iniciativas programadas para sexta feira 22 e sabado 23 de Fevereiro , e que contarão com a presença de um activista da PAH – Plataforma de Afectados por la Hipoteca.
 
Venham conhecer a PAH e discutir as suas formas de organização e luta, os seus objectivos e partilhar a sua análise sobre a questão do direito à habitação, o mercado imobiliário versus dívida, cuja realidade é muito semelhante em Portugal. Esta será uma oportunidade para aprender, partilhar e quem sabe desenvolver pontes e solidariedades entre movimentos e realidades semelhantes na península ibérica.

Sexta feira 22 de Fevereiro ,

17h – acção (A “sopa dos ricos”) junto ao BPI no Chiado (Largo do Chiado) – quem puder juntar-se a nós, será muito bem vindo/a, se puderem confirmem por mail e entramos em contacto, se não vemo nos directamente lá;)
21H30 – Debate no Barreiro . Bar O Penicheiro, Rua A. REIS 66

Sábado 23 de Fevereiro

16h30, espaço MOB (Travessa da Queimada, Bairro Alto) – Debate e visionamento de pequenos filmes da luta pela habitação no estado Espanhol e em Portugal com Guillem Domingo (PAH Catalunha) e habita – coletivo pelo direito à habitaçao e à cidade.
  
Seguido de jantar e continuaremos a conversa.
 
Juntos/as pelo Direito à Habitação!
—————————-
 
A Plataforma Afetados por las Hipotecas (PAH) é dos maiores movimentos sociais da actualidade espanhola. Tem vindo a denunciar a situação dramática a que se condenam milhares de famílias que não podem pagar a hipoteca ou o arrendamento e que se vêm despejadas ou ameaçadas de o serem. Estas são vítimas de uma dívida hipotecária que resulta da vulnerabilidade extrema do direito à habitação e de um aproveitamento desta situação por parte das entidades financeiras, protegidas pelos sucessivo governos.

A PAH agrupa milhares de pessoas com dificuldades para pagar a hipoteca, que se encontram em processo de execução hipotecária, em vias de serem desalojadas e pessoas solidárias com estas.

 
Têm colocado no centro da agenda mediática e política os despejos, os contractos bancários e o endividamento – forçado – das famílias, travaram já muitas execuções hipotecárias, têm apontado as políticas injustas onde os bancos são os grandes beneficiários em detrimento das pessoas. A PAH tem realizado por todo o estado espanhol centenas de mobilizações contra os despejos, pela dação em cumprimento e por um parque habitacional público que defenda o direito à habitação. É com estas reivindicações que entregou há duas semanas uma Iniciativa Legislativa Popular no parlamento espanhol com 1 milhão e 400 mil assinaturas e conseguiu que esta proposta de lei seja discutida no parlamento. No dia 16 de Fevereiro foram desenvolvidas centenas de mobilizações com milhões de pessoas par apoiarem esta iniciativa.

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Crisis regimes and emerging social movements in cities of Southern Europe

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The workshop “Crisis regimes and emerging social movements in cities of Southern Europe” will take place in Athens, Greece on 7-9 February 2013. The event is organized by Encounter Athens, INURA Athens, The Institut de Govern i Polítiques Publiques and the The Department of Urban and Regional Planning of the National Technical University of Athens and is funded by a Regional Workshop Award by the Antipode Foundation.

The intention of theworkshop is to provide an opportunity to scholars and activists from South European cities for exchanging experiences concerning the current crisis in South European cities and explore alternatives. The main goals of the workshop are :

a) to explore from a critical viewpoint the impact of the crisis on South European cities and their inhabitants, the dominant policies implemented, as well as new issues and novel social claims that are emerging, and

b) to bring together both activists from current/emerging movements and scholars, in order to exchange ideas and experiences from concrete practices, initiatives and struggles and to collectively think about alternatives for radical action.

(o colectivo Manifesto Urbano faz-se representar por Jorge Malheiros e Ana Estevens neste workshop. podes consultar programa aqui)

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Os contorcionistas

Ainda sobre políticas de natalidade, encontrei esta pérola, datada de 2007, escrita com certeza pelos gémeos maléficos da actual Ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, do actual Ministro da Solidariedade e da Segurança Social, da actual Presidente do Instituto da Segurança Social e de, pelo menos, dois deputados do CDS-PP.

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Nataliquê?

As políticas de natalidade em Portugal só podem ser feitas por gente que acha que uma criança não é mais que um anão sob o efeito de estimulantes.

Vejamos isto.

Junte-se o facto de, quem tiver uma criança, terá de a certa altura colocá-la numa escola, tendo para isso três hipóteses, logo nos três primeiros anos de vida:

a) Encontrar uma creche. Há poucas creches públicas e são de difícil acesso. Aparentemente os primeiros três anos de vida de uma criança, aqueles em que ganham as ferramentas básicas de linguagem, raciocínio e comportamento social não são importantes do ponto de vista educativo. As IPSS também estão lotadas. As creches privadas são caras, muito caras, sobretudo quando comparadas com o rendimento médio de um casal e com as recentes políticas de “aumento da receita” e “diminuição da despesa” levadas a cabo pelo Governo, mais conhecidas como aumento de impostos, diminuição dos benefícios fiscais, diminuição das regalias sociais. Ou se é endinheirado e consegue-se pagar uma creche privada, ou pobre e, com sorte, se consegue acesso a uma pública, ou não se é nem um nem outro e se fica a ver passar navios.

b) Deixar as crianças com os avós. É uma boa hipótese para quem tem pais disponíveis, reformados e com disposição para cuidar dos netos. Com o aumento da idade da reforma há cada vez menos avós com capacidade para tal.

c) Ficar um pai em casa com a criança. O salário médio em Portugal é de €800. O custo de vida é comparável ao do resto da Europa. Façam o resto das contas.

E depois assobiam todos para o ar com uma expressão espantada poruqe a natalidade tem vindo a baixar nos últimos anos.

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